
A liberdade tem um gosto estranho, fica um gosto esquisito na boca, doce que dá medo, agridoce, e de repente, eu que tenho esperado todos esses anos pra senti-la me surpreendo ao vê-la como é.
Não me sinto feliz nem triste.
Tenho uma página em branco nas mãos e posso escrever o que eu quiser, posso convidar pessoas pra participar, posso fazer diferente, fazer o que eu quiser.
E prometo dessa vez ouvir mais a minha intuição. Fazer mais o que eu quero e menos o que é certo pros outros. Prometo nunca mais velar ninguém por mais de sete dias, vou me livrar de todos os mortos, de todos os fantasmas. E ser mais egoísta, agora que percebo que todos os que achei que pensavam em mim, não pensavam, e sim pensavam no que queriam de mim.
E prometo dessa vez ouvir mais a minha intuição. Fazer mais o que eu quero e menos o que é certo pros outros. Prometo nunca mais velar ninguém por mais de sete dias, vou me livrar de todos os mortos, de todos os fantasmas. E ser mais egoísta, agora que percebo que todos os que achei que pensavam em mim, não pensavam, e sim pensavam no que queriam de mim.
Sou essa que você vê:
Introspectiva, tímida, caseira, medrosa, mas extremamente corajosa pra defender quem eu amo. Destemida pra me apaixonar e convicta das minhas virtudes.
Old school, segundo alguns.
Quieta. Simples.
E agora triste.
Mas só por alguns segundos, só pq eu não tenho medo de sentir o q sinto.
Só pq eu não tenho medo de me perder tentando me encontrar.
Não tenho medo de amar.
Também não tenho medo do instante fatal em que o amor acaba.
E ele acaba.
Quando você sente que começa outro.
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