segunda-feira, 19 de novembro de 2007

A.r.


Porque hoje...

Até as folhas do fim da primavera vão vagando lentas no ar.

E eu passo diminuta

Entre todos os vãos que criei no passado

Agora tudo me acompanha

E tenho vontade de dizer uma grande verdade,

No entanto não sei nenhuma

Vou passando,

Aviso pra que não me note.

Estou indo

E tenho certeza de que não sei ...

Não sei pra onde.

Meus passos tem o mesmo destino

De uma folha no vento

E eu vou passando como quem espera o acaso

Ou o arrebatamento.

2 comentários:

J. . disse...

Passei por aki,
me gustó lo poema, e la fueto.rs

besos

Natália Siqueira disse...

foi um acidente, mas já to bem waah
me recuperando em casa.

eeeee ah, adorei seu blog

saudade de voce

:* beijo querida